Em 2025, a Agência Bori reforçou seu papel como catalisadora entre a produção científica nacional e sua circulação na sociedade — transformando evidências em informação de qualidade para a cobertura jornalística, o debate público e melhores tomadas de decisão.
173 conteúdos inéditos. 3.660 matérias (e contando). Um país inteiro alcançado.
Ao longo do ano, disseminamos 173 conteúdos inéditos de 119 instituições de pesquisa brasileiras. Esses conteúdos geraram pelo menos 3.660 matérias publicadas na imprensa — uma média de 10 por dia. Na prática, é o efeito multiplicador da ciência circulando com escala, contexto e impacto.
Impacto não é “numeralha”. É circulação com sentido.
Com 173 conteúdos, a Bori ajudou a colocar no debate público novas evidências, em média, a cada dois dias. E cada conteúdo não termina em si: ele se multiplica em reportagens, entrevistas, debates e conversas que aproximam a ciência da vida real.
Dois relatórios que ampliam a leitura do impacto da ciência brasileira
A Bori não atua apenas na disseminação de estudos: também produz e organiza informação estratégica sobre a ciência nacional — seu desempenho, seus rumos e seu impacto no mundo real. Em 2025, publicamos dois relatórios em parcerias que aumentam a capacidade de compreender — e comunicar — a produção e o impacto da pesquisa nacional:
Com a Overton: “Relatório Bori-Overton lista os 107 cientistas do Brasil que mais influenciam decisões no mundo”. Um retrato do diálogo entre ciência e decisões, evidenciando como pesquisas e pesquisadores brasileiros aparecem em documentos que orientam políticas e escolhas institucionais.
Com a Elsevier: “Produção científica no Brasil retoma crescimento após dois anos de queda; Rússia e Ucrânia têm variação negativa”. Uma leitura objetiva sobre tendências recentes da produção científica — informação essencial para qualificar discussões públicas sobre investimento, prioridades e capacidade de pesquisa.
COP30 no Brasil: evidência para a agenda climática
Em um ano decisivo para o clima, fortalecemos a cobertura ambiental em temas como descarbonização, eficiência energética, biodiversidade e mudanças climáticas — ampliificando a presença de ciência brasileira na agenda pública.
Publicamos 4 entrevistas exclusivas com pesquisadores indígenas e em temas ambientais, contribuindo para diversificar fontes e perspectivas na ciência e no jornalismo.
Lançamos na COP uma pesquisa inédita da Bori e Fundação Conrado Wessel sobre tipping point, com metodologia nova e apoio de IA, oferecendo um panorama baseado em evidências para apoiar decisões estratégicas.
Fortalecer quem comunica é multiplicar impacto
Em 2025, mais de 200 jornalistas participaram de treinamentos da Bori em temas estratégicos. E cerca de 150 cientistas foram treinados para falar com a imprensa e tomadores de decisão — fortalecendo a comunicação pública da ciência como infraestrutura democrática.
Novos produtos para ampliar alcance
Lançamos a newsletter A Culpa é da Ciência (hoje com 6,5 mil assinantes) e seguimos fortalecendo frentes como Bori Entrevista e o Atlas Cultural de Soluções Científicas — novos caminhos para a mesma missão: fazer evidências circularem.
Em 2026, a Bori vai chegar mais longe — e falar com mais gente
Os resultados de 2025 mostram a força de uma rede que faz a ciência brasileira circular com escala, contexto e impacto. Em 2026, a Bori vai ampliar ainda mais esse alcance: seguir fortalecendo a cobertura jornalística em temas estratégicos — e, ao mesmo tempo, abrir novas pontes para que evidências cheguem também a outros interlocutores, para além da imprensa.
Sem perder o compromisso com o jornalismo e o interesse público, vamos expandir o diálogo com tomadores de decisão, organizações da sociedade civil e setores que transformam evidência em ação no mundo real. É um passo natural para uma missão que continua a mesma: aproximar a ciência da vida das pessoas.
Vamos junt@s nessa?
