Fenômeno El Niño–Oscilação Sul pode aumentar ou reduzir a pesca no Atlântico, dependendo da região
O mesmo evento climático pode reduzir produtividade da pesca na foz do Amazonas e aumentar captura de peixes na costa Sul do Brasil.
O mesmo evento climático pode reduzir produtividade da pesca na foz do Amazonas e aumentar captura de peixes na costa Sul do Brasil.
Entre as fontes prováveis de microplásticos estão os efluentes urbanos e as águas pluviais provenientes de áreas densamente povoadas, as atividades portuárias, os resíduos transportados pelos rios e as atividades de pesca e navegação.
Estudo revela como a caça e a pesca entre 1500 e 1911 reduziram baleias, garoupas e peixes-boi no Brasil e ainda afetam a megafauna marinha atual.
Liga das Mulheres pelo Oceano apresenta o levantamento durante a COP30, em Belém (PA); financiamento climático segue desigual: só 1% dos recursos globais chegam a organizações lideradas por mulheres.
A pesquisa, conduzida por cientistas da UNESP, mostra que compostos como bisfenol-A, alquilfenóis e ftalatos apresentam efeitos tóxicos em concentrações muito baixas.
Entre os dez tópicos abordados, destacam-se a elevação da temperatura global e o aumento no calor absorvido pelos oceanos, que intensificam eventos climáticos extremos.
Estudo da UFRN e UFSM revela que 17 espécies de peixes de manguezais e estuários nordestinos têm até 80 vezes mais ômega-3 que outras fontes de proteína animal.
Alexander Turra, professor do Instituto Oceanográfico da USP, defende que a exploração de petróleo na região seja precedida por planejamento integrado e fortalecimento das comunidades locais.
Estudo da UFRJ identificou 32 itens microplásticos na Praia Vermelha (RJ); 70% dos resíduos são de poliestireno expandido, ou isopor.
Período de contenção de vazamento na profundidade da Margem Equatorial deve ser maior do que os cinco meses registrados no desastre em 2010 no Golfo do México, que tem a metade da profundidade da água.
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