Chuvas de 2024 no Rio Grande do Sul provocaram o maior evento de deslizamentos de terra no Brasil
Mais de 15 mil deslizamentos de terra afetaram 30% das cidades do Rio Grande do Sul e entre abril e maio de 2024.
Mais de 15 mil deslizamentos de terra afetaram 30% das cidades do Rio Grande do Sul e entre abril e maio de 2024.
Espécie que ocorre apenas em áreas arenosas nas imediações de Porto Alegre depende de corredores de vegetação para sobreviver.
Pesquisadores da USP e da Universidade Estadual do Colorado desvendaram, pela primeira vez, o paradeiro e a escala de grandes dormitórios de andorinhas na Amazônia ao analisar dois anos de dados do radar meteorológico do Sipam (Serviço de Proteção da…
Considerar a vulnerabilidade social e ambiental de comunidades no polígono da dendeicultura, no Pará, é essencial na implementação de projetos de redução de emissões por desmatamento e degradação florestal (REDD+) na região. Apesar de fundamental para o sucesso das iniciativas,…
Nos períodos de cheia, as comunidades ribeirinhas da Amazônia ficam mais expostas à insegurança alimentar. Em média uma em cada três pessoas afirma pular uma refeição. Já a seca severa atinge o transporte de alimentos.
Entrevistas com pescadoras artesanais brasileiras revelam desvalorização do conhecimento ecológico e das contribuições econômicas de mulheres na atividade.
Um novo estudo analisou os impactos da alimentação dada por humanos em macacos-prego no Parque Estadual de Águas da Prata, em São Paulo (a 225 km da capital paulista). Atualmente, 26 indivíduos compõem um único grupo de macacos-prego no parque.…
Sementes ingeridas por antas podem germinar mais rapidamente do que aquelas que caem diretamente das árvores, aponta um estudo publicado nesta sexta‑feira (27) na revista Acta Amazonica. Conduzida por pesquisadores do Programa de Pós‑graduação em Ambiente e Desenvolvimento da Univates…
Um estudo de pesquisadores do Instituto Tecnológico Vale mostra que 83% dos ativos biológicos da Floresta Nacional de Carajás, no Pará, precisam ser preservados para manter sua resiliência.
61% da probabilidade de ocorrência das inundações na bacia do rio Juruá em 2021 pode ser atribuída às ações humanas; o intervalo das inundações, que naturalmente seria de 107 anos, diminuiu para 42 anos.
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